Tauá Hotel Atibaia e meus exploradores mirins

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram

Tauá Hotel Atibaia e meus exploradores mirins

O significado de explorar é amplo. Já pensou nas inúmeras formas como podemos explorar algo: seja uma trilha, uma montanha ou um destino? Usamos nossos sentidos e exploramos com os nossos sentidos – com o toque, com o olhar e, até mesmo, com o paladar.

Buscando novas emoções, partimos para explorar o Tauá Resort & Convention Atibaia, São Paulo. Já conhecíamos outro hotel da rede, o Tauá de Caetés, e aceitar o convite para se aventurar por ares paulistas foi de imediato.

Com muitas atrações para os adultos, em especial para os pequenos, o Grupo Tauá se consolida como um grande hotel, que consegue mesclar atrativos para o público corporativo, de lazer, casais, grupos e, claro, famílias.

Partimos para São Paulo em busca de diversão. Guilherme se mostrava ansioso pelas primeiras horas de diversão no hotel. Já o Henrique, sem saber o que estava acontecendo, mal sabia que, para ele, a experiência também seria mágica. Além disso, nós, papai e mamãe, também queríamos momentos de descontração e diversão.

A aventura já “dá as caras” logo na viagem de ida. O Tauá, que está a 80 km da capital paulista, fica 400 km distante de onde moramos, São João del-Rei, Minas Gerais.

Normalmente, faríamos esta viagem em, no máximo, seis horas. Porém, um acidente com um caminhão de algodão na rodovia Fernão Dias nos deixou parados por quatro horas na estrada. Imagine só a agitação dos moleques!

Apesar do cansaço e da hora avançada, chegamos animados para um final de semana prolongado na companhia dos emocionadores do hotel (título carinhosamente dado a todos os colaboradores que trabalham ali – para quem não sabe, sou gestor de um hotel e achei esse título o máximo em criatividade!).

Como já era tarde, fizemos nosso check in e já fomos imediatamente para o quarto a bordo de um carrinho elétrico, tipo aqueles de campo de golfe. Perguntem-me se o Gui gostou?

Ficamos no Alexania, um complexo de apartamentos mais distante da recepção e do restaurante, mas que está localizado ao lado da piscina com “brinquedão” ou Tornado do Tori (uma estrutura de toboágua, um balde que cria uma queda d’água e água que espirra por todos os lados).

O quarto é amplo e muito confortável. É possível ficar até cinco pessoas bem acomodadas. Isso facilita para quem tem família grande. O Guilherme já foi escolhendo a cama dele. E o Henrique? Simpático e sorridente, observava tudo tintim por tintim (típico dele) e conquistando todos os emocionadores que passavam por ele.

Uma observação: os colaboradores do hotel são muito bem treinados para solucionar qualquer problema que você possa vir a ter, além de serem extremamente simpáticos com cada hóspede que por eles passam. Nota 100.

Depois de um belo e demorado banho, fomos todos para o restaurante Terra Vista para o jantar. Anexado a ele, está o Pedra Bela, que tem o cardápio voltado para crianças. Inclusive, é nele que são feitas as refeições com os Taualegres (conto sobre isso depois).

O cardápio do restaurante é bem interessante e a comida muito gostosa por sinal. Sempre há uma grande variação de pratos, o que me fez esbanjar todos os dias. A sobremesa está me custando peso extra até hoje!

Descansamos a primeira noite para começarmos com tudo na manhã seguinte. A ideia foi colocar os moleques para explorar cada cantinho e cada um com seu olhar, é claro!

Fizemos o check in do Gui, que não tinha sido feito na noite anterior devido à hora em que chegamos. Ele pegou a pulseira com os dados, informou sobre ter alguma restrição alimentar e ficou prontinho para a primeira atração que o interessava. O Tauá possui uma pulseira com GPS para que os papais, através do app, possam encontrar a localização do seu filho. Porém, essa pulseira não pode ter contato com água. E como o Gui certamente iria utilizar a piscina, preferimos não a pegar.

Existem alguns espaços para a criançada: Peixe Fora d’água (crianças de zero a três anos), Papagaio Falamansa (crianças de três a seis anos) e a incrível Jota City, uma cidade inteirinha à disposição dos meninos e meninas acima de sete anos. Nesse último, existem atividades diversas para todos os gostos; todavia, algumas são pagas à parte.

Uma ideia interessante criada para o espaço Jota é a geração de energia pela garotada. Para que eles possam brincar em alguns locais (videogame por exemplo), eles têm que gerar energia em uma espécie de bicicleta ergométrica. É necessário fazer o cadastro no “banco” da Jota City, pegar um cartão e ir até a bike para exercitar. Esse exercício gera energia no cartão e possibilita à criança a utilização desses espaçosque exigem ter crédito de energia estocado. Fantástico!

Além disso, joguei boliche com o Guilherme, nadamos na linda piscina, fizemos várias atividades e ele ainda não saía de perto dos Taualegres, uma equipe recreadora, que passa o dia com a garotada, basta que eles se interessem pelas atividades programadas para o dia. Eles, inclusive, acompanham os guris no almoço.

O Henrique, por ter apenas um aninho, esteve constantemente conosco, divertindo-se por onde passava e sempre eufórico. Já o Guilherme, com seis anos e meio, seguia com os recreadores quando a atividade lhe interessava. E eram várias!

Depois de um dia cheio de atividades, ainda era hora de seguir para a piscina aquecida antes do jantar. O Henrique adora e isso o faz desmontar à noite.

Por falar em passar a noite com crianças pequenas, nos prédios existem copas com toda estrutura para as mamães e papais, que fazem comidinhas para seus filhotes. Só é preciso autorizar a pulseira, para que esta abra a porta da copinha – 24 h. Não nos avisaram dessa condição e, quando fui, já amanhecendo, a porta não abriu. Como no check in, já se tem a informação dos filhos presentes no quarto e suas respectivas idades. Penso que eles deveriam ter me perguntado da necessidade de utilização do espaço. Enfim, isso acontece!

A Copinha tem de tudo: geladeira, micro-ondas, cadeirinha de bebê, filtro com água e utensílios de cozinha. Além disso, leite integral ou em pó, frutas e biscoitos. Como dizemos aqui em Minas: “uma mão na roda”!

Nos divertimo muito, mas confesso: nossos guris curtiram mais. Esse assunto rende até hoje aqui em casa com o Guilherme me perguntando quando vamos voltar. E sempre respondo: espero que em breve! Rss.

Um grande beijo a todos e vamos explorar tudo!!!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Posts Relacionados